Os 10 melhores destinos internacionais para viagens de incentivo

Geralmente, os colaboradores que conquistam uma viagem de incentivo na empresa automaticamente criam uma grande expectativa a respeito dessa recompensa. Afinal, foram atingidas metas importantes para a empresa e, em troca, esperam que o prêmio esteja à altura de sua dedicação.

 

Pensando nisso, no post de hoje selecionamos dicas sobre os melhores destinos internacionais para que seus colaboradores possam desfrutar ao máximo desse benefício. O ideal é planejar uma viagem que seja, ao mesmo tempo, vantajosa para a empresa e inesquecível para os colaboradores premiados.

 

1- Nova York – Estados Unidos

 

A cidade de Nova York é o lugar certo para proporcionar uma experiência memorável aos colaboradores, especialmente aqueles que sempre sonharam em visitar os pontos turísticos que aparecem nos cartões-postais.

 

Estátua da Liberdade, Empire State Building, Times Square, Rockefeller Center e diversos museus: o que não faltam são opções para se divertir, descansar e voltar ainda mais motivado ao trabalho.

 

Para conseguir um bom custo-benefício sem ter que abrir mão do conforto dos viajantes, uma boa dica é buscar um hotel razoavelmente perto do Central Park, a uma distância que permita caminhar até lá. Assim a locomoção fica mais fácil, agradável e barata.

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2- Londres- Inglaterra

 

Londres também é um destino com uma infinidade de pontos turísticos que agrada a todos. Apesar das várias construções que preservam a arquitetura local, antiga, Londres é uma cidade que respira arte e pioneirismo. Além disso, os diversos pubs espalhados por seus charmosos bairros certamente garantirão a diversão dos colaboradores.

 

Para a acomodação, o ideal é estar atento aos arredores das principais estações de metrô. Como a cidade é muito grande e existem atrações em vários cantos, essa estratégia garante conforto aos viajantes, ao mesmo tempo em que oferece diversas possibilidades de escolha para a empresa.

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3- Paris- França

 

Paris é uma cidade infalível para demonstrar aos colaboradores o quanto sua dedicação valeu a pena. A capital da França é um dos lugares mais procurados pelos turistas do mundo inteiro. A culinária, os marcos históricos, os museus, a famosa Torre Eiffel, entre outros pontos turísticos, oferecem uma experiência única e romântica.

 

Mesmo em uma viagem curta pela cidade é possível extrair o melhor do turismo parisiense. O Museu do Louvre, o passeio de barco pelo Rio Sena e o Palácio de Versalhes são obrigatórios para quem quer realmente se sentir parte da capital francesa.

 

Dessa maneira, com certeza a empresa estará valorizando o colaborador e aumentando seu compromisso ainda mais. Afinal de contas, nada mais estimulante do que possibilitar que ele faça uma viagem relaxante.

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4- Bali- Indonésia

 

Bali é um destino maravilhoso e ideal para colaboradores que querem fugir um pouco da rotina, aproveitando uma boa companhia em meio a paisagens paradisíacas. Além do legado cultural, essa bela ilha é o destino certo para amantes da natureza e também para quem gosta de esportes como o surf.

 

A culinária local e a infraestrutura hoteleira são destaques. É possível se hospedar em vários pontos da ilha, com as praias lindas e indescritíveis.

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5- Buenos Aires- Argentina

 

A capital da Argentina é perfeita para uma excelente viagem de incentivo com direito a  boas compras sem precisar sair do continente. Além da Casa Rosada, do Museu de Belas Artes e do Teatro Colón, a cidade é reconhecida por ter um dos melhores teatros de ópera do mundo e contar com uma variedade de lojas e outlets.

 

Com a moeda local desvalorizada em relação ao real, é viável fazer umas boas compras sem gastar muito. Além da famosa Calle Florida, no centro, os shoppings Galerias Pacífico, Patio Bullrich e Abasto valem a visita.

 

Mas, para aqueles que procuram boas oportunidades, os outlets que ficam na Avenida Córdoba e na Vila Crespo, perto de Palermo, são recheados de produtos de lojas super famosas mais em conta.

 

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6- Dubai – Emirados Árabes

 

O passado e o presente se misturam na maravilhosa Dubai, nos Emirados Árabes. A cidade, que vem chamando a atenção de turistas do mundo inteiro, recebeu até prêmios por ser um dos melhores destinos internacionais.

 

Para quem ama fazer compras, lá fica o maior shopping center do mundo, o Dubai Mall. São quatro andares repletos com as marcas mais conhecidas do mundo, como H&M, Lacoste, Adidas, Dolce & Gabanna, Gucci, Louis Vuitton, entre outras. Já para quem busca descontos os outlets são perfeitos. O maior deles é o Dubai Outlet Mall, onde o turista encontra grifes como Burberry e Tommy Hilfiger por bons preços.

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7- Dubrovnik – Croácia

 

É uma cidade costeira com as melhores e mais famosas praias do país. Por ser amuralhada, ainda apresenta uma vista peculiar de toda região e da ilha de Lokrum. Um passeio por suas vielas e pequenas praças também é muito interessante.

 

A praia de Banje é a mais conhecida, com um mar limpo, com lindas águas azul-turquesa e um grande leque de atividades noturnas, de lazer e esportes.Para hospedagem, uma alternativa muito procurada por turistas é ficar em Villa Dorma, um local que fica a poucos minutos a pé da praia e do centro histórico.

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8- San Andrés – Colômbia

 

Localizado no Caribe colombiano, San Andrés é uma bela e paradisíaca ilha que fica a poucas horas do Brasil. É a viagem perfeita para colaboradores que gostam de praia e de locais nos quais podem desfrutar de cada minuto e ver o tempo passar lentamente.

 

A praia Peatonal (Spratt Bight), que fica no centro, é indescritível. Além disso, a fenda do Olho Soprador, as ilhas (que também fazem parte do arquipélago) Johnny Cay e Rocky Cay e o Acuario, um banco de areia com barreiras de coreias paralelas (que formam um corredor) são alguns dos passeios imperdíveis.

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9- Lisboa-Portugal

 

O clima ameno quase o ano inteiro, a comodidade de falar o mesmo idioma e preços acessíveis são algumas das características que fazem de Lisboa um dos melhores destinos internacionais para a terceira idade.

 

A cidade é compacta, aconchegante e cheia de charme. Seus becos, ruelas e arquitetura podem ser explorados em pouco tempo e com grande facilidade. Difícil não se encantar com a vida cultural rica e a gastronomia no lugar.

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10- Montevidéu – Uruguai

 

Muito próximo ao Brasil, está a capital do Uruguai, a tranquila e convidativa Montevidéu. A questão linguística, o clima perfeito e a calmaria da cidade fazem do lugar um destino perfeito para quem quer passar o tempo sem preocupações.

 

Montevidéu não tem o mesmo clima de uma cidade grande: é sossegado e elegante, o que permite longas caminhadas por suas belas ruas e pelas ramblas, os calçadões que contornam a orla.

 

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Como escolher a melhor agência de viagens para minha empresa?

Escolher a melhor agência de viagens para organizar as férias já é um grande desafio, optar por uma agência para as viagens da sua empresa é ainda mais desafiador. Isso porque a agência escolhida estará lidando diretamente com dois pontos importantes para a sua empresa: crescimento e custos.

 

Uma gestão inteligente de viagens corporativas deve envolver diversos aspectos, desde pequenas saídas a cidades próximas até viagens internacionais para eventos de grande porte. Ou seja, independente do perfil da empresa, a agência ficará responsável por toda a logística envolvida nas viagens.

 

Por isso, surge a dúvida: como escolher a melhor agência de viagens empresariais? Para tirar essa e outras possíveis dúvidas a respeito desse assunto, neste post apresentaremos os principais critérios que devem ser avaliados para a escolha desse parceiro estratégico da sua empresa. 

 

Procure referências

 

Uma das maiores dificuldades ao procurar um parceiro é avaliar a qualidade dos serviços antes de efetivar o contrato. Felizmente, as referências oferecem um auxílio e tanto nesse sentido, colaborando para evitar problemas na organização das viagens corporativas.

 

Clientes satisfeitos podem ser um sinal de serviços de qualidade, fazendo com que a empresa possa ter mais segurança e tranquilidade na contratação. Na dúvida, é importante não hesitar na solicitação de mais referências para a empresa. A agência pode passar o contato de consumidores para uma conversa direta, por exemplo.

 

Conheça os serviços oferecidos

 

Às vezes, uma empresa começa contratando a agência de viagens para uma necessidade pontual, mas logo essa parceria evolui para o longo prazo. Por isso, antes de mais nada, conheça quais são os tipos de serviços que a sua empresa realmente precisará ao longo do tempo.

 

A partir desse ponto, também é importante conhecer todas as possibilidades oferecidas pela agência. Há fornecedores que fazem o básico, mas poucos oferecem serviços completos e aprofundados, como plantões de atendimento, gestão de fluxos de viagens e relatórios detalhados de despesas.

 

Pesquise sobre a assistência

 

A assistência oferecida pela empresa aos viajantes é um ponto indispensável quando os colaboradores estão em deslocamento. Isso inclui desde o suporte padrão (para transmitir orientações e tirar dúvidas) até o auxílio em casos de emergências, como acidentes e doenças.

Uma boa agência de viagens corporativas sempre têm políticas sérias e claras para auxiliar e cuidar de seus clientes. Isso garante que todos façam uma viagem tranquila, focando no que realmente importa: as relações comerciais.

 

Analise a tecnologia

 

Hoje em dia a tecnologia é indispensável. Pode ter certeza que a melhor agência de viagens terá em sua rotina o uso de ferramentas modernas que podem facilitar todo o processo logístico e a prestação do serviço. Mas, nem sempre essa tecnologia fica exposta aos clientes, por isso, é fundamental se informar sobre a empresa e entender como ela conduz a sua administração.

 

Avalie a qualidade do atendimento

 

O relacionamento é um dos pontos fundamentais para uma parceria entre duas empresas. Por isso, é preciso estar atento desde o primeiro contato e procurar avaliar o padrão de atendimento que a agência oferece.

 

Boas empresas estão sempre buscando melhorar aquilo que já funciona, pois o objetivo delas é entregar um serviço de excelência. Geralmente, as melhores agências de viagens corporativas contam com sistemas de métricas e formas de avaliações constantes para verificar a satisfação dos clientes.

 

Observe a presença de certificações

 

Durante a busca por um parceiro para a produção, por exemplo, é comum que a empresa observe a presença de certificações. No entanto, ao pesquisar por uma agência de viagens, muitas vezes os gestores esquecem desse ponto.

 

Mas, no mercado de viagens, a qualidade é tão importante quanto em outros setores. Sendo assim, buscar uma agência que apresente certificações e participação em programas de qualidade, que tenha bons parceiros e que esteja constantemente capacitando a sua equipe. 

 

Se informe sobre a experiência

 

A experiência também pesa muito. Até porque a última coisa que sua empresa quer é perder tempo microgerenciando fornecedores. Ao contratar uma agência de viagem com experiência no mercado, cria-se um relacionamento de parceria que permanece no longo prazo, trazendo cada vez mais benefícios.

 

Questione as opções de pagamento

 

Um dos aspectos que mais pesam em uma viagem de negócios é o custo. Por esse motivo, o ideal é que a agência ofereça flexibilidade e total transparência na hora do pagamento. O recomendado é que a agência busque se adequar à realidade da organização. Portanto, é essencial ter a consciência de que um bom parceiro estratégico fará o que estiver ao alcance dele para fechar o negócio.

 

 

Seguindo estes critérios apresentamos, você pode ficar tranquilo em relação à escolha da melhor agência de viagens para a sua empresa. Afinal de contas, quem cumpre todos esses requisitos está apto a cuidar da logística de deslocamentos da sua organização.

 

Dicas para cumprir sua política de viagens dentro da empresa

A cada dia o mundo está mais globalizado e conectado. Por isso é que, atualmente, as barreiras geográficas são ultrapassadas sem problema algum. Essa tendência também pode ser notada, é claro, dentro do mundo dos negócios, fazendo com que as viagens corporativas ganhem cada vez mais espaço no dia-dia dos mais variados tipos de empresas.

 

Por meio dessas viagens, é possível ampliar os mercados de atuação, iniciar parcerias promissoras com outras empresas, firmar relacionamentos com clientes e fornecedores, além de frequentar reuniões, feiras, conferências e outros eventos do segmento.

 

O grande diferencial é que, por mais que sejam capazes de oferecer todas essas vantagens, quando mal geridas e planejadas, as viagens corporativas podem representar mais prejuízos que benefícios tanto para a empresa quanto para o colaborador em deslocamento.

 

Portanto, é fundamental entender e cumprir a política de viagem estabelecida pela empresa. Assim, é possível diminuir riscos e ampliar as vantagens desse tipo de iniciativa. Mas como fazer isso? É o que veremos no post de hoje!

 

O que é a política de viagens de uma empresa?

 

A política de viagens é um documento elaborado pela empresa que estabelece parâmetros aos deslocamentos (sejam eles nacionais ou internacionais) realizados pelos colaboradores em nome da empresa. Nesse documento deverão constar detalhes a respeito de quaisquer aspectos envolvidos na realização de uma viagem de negócios.

 

Essa política deve ser extremamente clara, para não deixar margem a ambiguidades ou confusões. E por mais que o ideal seja se manter concisa, deve, ao mesmo tempo, ser abrangente. Assim é indicado que nela seja previsto o maior número possível de hipóteses relacionadas aos fluxos funcionários na solicitação e na obtenção de autorização para a realização de uma viagem corporativa, desde uso de transporte aéreo e terrestre, passando por hospedagem e modalidades de serviços disponíveis a cada um dos funcionários até chegar a formas de pagamento e reembolso.

 

Como cumprir a política de viagens?

 

Compreender e cumprir a política de viagens corporativas, assim como os limites do negócio é imprescindível. Para isso, é fundamental levar em consideração que cada corporação possui seu próprio ritmo de expansão de atividades para além de suas fronteiras geográficas.

 

Por isso, deve- se criar uma política que além de bem elaborada, seja possível de ser colocada em prática, seja por limites financeiros, logísticos ou de pessoal. Ou seja, é importante ter sempre em mente que a política de viagens corporativas deve sim ser completa e abrangente, mas nem por isso precisa ser excessivamente trabalhosa.  Listamos abaixo algumas dicas para colaborar para que a política de viagem seja cumprida sem maiores problemas:

 

1- Entenda que você está em uma viagem de trabalho

 

Mesmo quando se é acostumado a viajar, é preciso se adaptar, afinal, nesse momento o funcionário estará representando a empresa em que trabalha para cumprir objetivos específicos.

Esses objetivos podem ser eventos corporativos, feiras e congressos, entrar em contato com fornecedores, visitar clientes ou reuniões estratégicas. Ou seja, além de se preparar para o trabalho, o colaborador deverá se adaptar ao destino e ao novo ambiente de trabalho.

A viagem corporativa exige dedicação e foco total para o cumprimento de metas. Envolve muita responsabilidade, pois a presença do funcionário conta como a representação da organização em que trabalha, e qualquer deslize pode comprometer a reputação da empresa. Mas, além disso, a vagem de trabalho também é uma oportunidade para:

 

  • crescimento pessoal e profissional;
  • ampliar o network;
  • conhecer novos destinos;
  • ter contato com outras culturas;
  • praticar idiomas e ter experiências que vão marcar a sua vida.

 

2- Se mantenha conectado com a empresa

 

Estar ausente por alguns dias do ambiente físico de trabalho não significa que o funcionário deve deixar de se comunicar com os colegas e gestores. É importante monitorar mensagens via celular e e-mail, pois alguém pode precisar de entrar em contato para resolver alguma urgência na sede da empresa. Por isso, o colaborador deve se manter disponível:

  • ligar o celular logo que o avião pousar;
  • ter sempre um carregador na bolsa e uma bateria extra na bolsa;
  • estabelecer um horário para checar as notificações durante a viagem.

 

3- Organize as despesas

 

Como falamos anteriormente, cada empresa tem a sua política de viagem para fazer a gestão do turismo de negócios. Geralmente, o funcionário precisa prestar contas das despesas durante a viagem. Por isso, é importante registrar todos os gastos, guardar os recibos e organizar as despesas para ter a maior clareza possível quando for justificá-las e, caso necessário, pedir o reembolso.

 

Se a organização disponibilizar uma verba para ajuda de custos, ela também precisa ser justificada, independentemente se foi usada por completo, em parte ou se não foi utilizada. Se houver um valor restante, ele deve ser devolvido à empresa juntamente ao relatório financeiro.

 

4- Cheque as informações e antecipe os imprevistos

 

Seguir um planejamento pode parecer simples, mas exige muita concentração. Ninguém gosta de perder o voo ou atrasar os compromissos, portanto, é preciso checar os horários e se organizar para respeitá-los

 

Mesmo que o voo tenha um horário marcado, é indicado sempre sair com antecedência, pelo menos 1 hora e meia antes de voos domésticos e três horas antes de voos internacionais.

 

Além disso, ter as cópias de todos os documentos e informações que possa precisar pode poupar muito tempo:

 

  • vouchers do hotel, transfers e do aluguel do carro;
  • itinerário do voo e rotas para os compromissos;
  • documentos essenciais (passaporte, seguro-viagem, carteira de motorista ou identidade, cartão corporativo e vistos em dia).

 

Uma política de viagens bem estruturada pode oferecer diversos benefícios para a sua empresa e para os seus colaboradores. Para que ela possa ser cumprida com sucesso deve ter a orientação sobre o que fazer, ou não fazer, a redução de custos, a melhor aplicação de recursos, além de otimização do tempo em atividades relacionadas às viagens. E para cumprir tudo que estabelece o documento, é indispensável que ele seja estudado pelo colaborador e que sejam tiradas todas as dúvidas antes da viagem.

Como definir o orçamento e diminuir o gasto com viagens corporativas?

Em todas empresas é necessário saber economizar para não entrar no vermelho. Para não prejudicar sua receita, muitas empresas procuram diminuir uma série de gastos. E um dos focos de economia são as viagens corporativas.

 

Essas viagens podem ser uma considerável fonte de gastos, se não receberem a devida atenção. Mas pode não ser tão fácil eliminar gastos com as viagens, pois elas não são meros custos, geralmente envolvem objetivos maiores. A grande maioria faz parte da estratégia comercial da empresa e, por isso, não podem ser simplesmente cortadas do orçamento.

 

Deslocar essas equipes é algo fundamental para que a empresa consiga ampliar mercados e divulgar sua marca, fechando novas e vantajosas parcerias com fornecedores ou capacitando seus colaboradores.

 

Por esse motivo, é necessário saber qual a melhor e mais segura forma de reduzir esses custos, para que a empresa continue investindo nas viagens corporativas sem comprometer significativamente os seus recursos.

 

Pensando nisso, neste post, iremos mostrar como definir o orçamento de forma segura, sem prejudicar os objetivos estratégicos da empresa. Confira!

 

Como preparar o orçamento?

 

O passo mais importante é sempre o planejamento. Para conseguir se organizar melhor e controlar efetivamente os custos com as viagens corporativas, o indicado é que a empresa separe uma parcela do seu orçamento especialmente para esses tipos de eventos. Planejar é a maneira mais inteligente e segura de evitar gastos supérfluos ou desperdício de dinheiro. Veja abaixo como preparar o orçamento:

 

 

  • Entenda a dinâmica de viagens da empresa

 

 

Para entender qual o melhor caminho para o futuro, é fundamental ter uma boa estratégia. Isso é possível observando o passado. Você precisa levantar o máximo de informações para conseguir identificar os pontos que precisam ser melhorados.

 

 

  • Observe a quantidade de eventos

 

 

Para começar, deve-se analisar o número de viagens corporativas realizadas na empresa em um determinado período (mês, bimestre ou semestre). Isso dará uma ideia inicial da necessidade desses eventos. Também é indicado saber identificar também o motivo de cada uma delas.

 

 

  • Analise o motivo da viagem

 

 

Qual a motivação do deslocamento? Geralmente, podem ser razões válidas:

 

  • reuniões;
  • fechamento de contratos e novas parcerias;
  • premiação para os funcionários;
  • treinamentos para a equipe, etc.

 

O que acontece é que, quando não é feito um controle efetivo, algumas viagens podem ser motivadas por razões particulares ou em momentos inadequados. Nem sempre a decisão de fazer uma reunião com um cliente ou um novo treinamento é tomada com o devido planejamento. Isso aumenta os riscos de a viagem ser improdutiva. Por isso, vale a pena enumerar a quantidade de eventos para cada uma das razões identificadas.

 

Avalie o meio de deslocamento

 

Também indispensável avaliar qual o meio de transporte mais utilizado. Na maioria das vezes, a empresa recorre à mesma forma de deslocamento por hábito, sem fazer nenhuma avaliação prévia de suas opções, para escolher a mais econômica. E esse é um ponto bastante importante.

 

Analise a configuração das equipes

 

Também é importante  avaliar se os gastos são feitos por equipes ou individualmente, ou seja, se os funcionários viajam e se hospedam juntos ou separados, se vão para lugares distintos, etc. Isso é importante porque pessoas que se hospedam juntas conseguem um valor menor que teriam que pagar em reservas individuais.

 

Todas essas informações são fundamentais para dar subsídio ao planejamento. Após a verificação de todos os dados, a empresa pode tomar iniciativas para economizar, tais como:

  • estabelecer um teto para os gastos;
  • fazer pesquisas de mercado;
  • comparar opções diferentes de custos;
  • enfim, buscar as melhores opções dentro do orçamento reservado.

 

Dessa forma, a empresa consegue tomar as rédeas dos gastos e consegue avaliar o custo-benefício das diversas opções de uma forma muito clara.

 

Trabalhe com centro de custos

 

Uma boa forma de realizar esses passos de maneira controlada e padronizada é utilizando centros de custos ou de responsabilidades. Eles representam departamentos dentro da empresa nos quais se pode alocar os custos relativos a cada tipo de atividade. Cada centro de custo pode registrar suas próprias despesas, investimentos, lucros e, obviamente, custos.

 

Para realizar essa tarefa, deve-se concentrar e analisar o planejamento orçamentário em um único setor, que será capaz de centralizar informações e tomar decisões com efeitos globais, levando em conta o equilíbrio ideal entre receitas e gastos.

 

A partir daí as decisões globais podem ser fragmentadas e setorizadas, especificando metas de economia, tetos de gasto e lucratividade para cada centro de custo. A empresa também pode utilizar centros de custos específicos em cada área, ou seja, um centro de custos no setor de Marketing, outro no de Vendas, no Comercial e assim por diante. Assim, quando um setor analisar a viabilidade de uma viagem corporativa, vai levar em conta:

 

  • seu orçamento para esse tipo de gasto no período;
  • a finalidade da viagem, avaliando o quanto ela é indispensável;
  • o retorno esperado com a realização do deslocamento etc.

 

A partir dessa estratégia, o orçamento da empresa é “rateado” entre os centros de custos, e cada setor fica responsável por tomar as decisões estratégicas para a redução de despesas. Os centros de custos precisam ter um bom nível de autonomia e independência para tomarem decisões rápidas e efetivas, evitando entraves burocráticos.

 

Defina um calendário de viagens

 

Como falamos acima, é importante conhecer a dinâmica da empresa e verificar a quantidade de deslocamentos e os períodos nos quais eles são realizados. Isso eleva poder de barganha da empresa, pois favorece a compra dos serviços antecipadamente, em forma de pacotes.

 

Definir um calendário de viagens é fundamental para poder aproveitar promoções ou contratar os serviços a um custo mais baixo. É provável que haja imprevistos de última hora, mas, na maioria dos casos, (reuniões com clientes, viagens comemorativas, contato com fornecedores etc) as datas podem ser programadas com antecedência.

 

Assim, será mais fácil prever e controlar os custos e ainda se beneficiar das compras antecipadas. Por fim, o calendário de viagens faz com que os gestores escolham as melhores épocas para agendar treinamentos e reuniões corporativas, fugindo ao máximo dos feriados e das épocas de alta estação, quando os preços nas companhias aéreas e nas redes hoteleiras aumentam muito.